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Fiscalização do Creci-RJ combate os ilegais junto à Polícia Civil em Volta Redonda

  A Polícia Civil, sob comando do delegado Antonio Furtado,  desencadeou na manhã desta sexta-feira, uma operação  para retirar das ruas, por prática ilegal de profissão, as pessoas que atuam como corretores de imóveis, também conhecidos como “zangões”, em Volta Redonda. A operação batizada como “Operação Colmeia”, começou às 9 horas e teve a participação de oito policiais civis, do delegado titular do Creci (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis) Emil Savelli. A primeira ação ocorreu no sexto andar do Edifício Plaza, onde Marcos Castro dos Santos, havia sido chamado para regularizar sua situação. Ele foi autuado e levado para a delegacia. Depois os policiais foram até o bairro Jardim Amália II, onde Carlos Roberto de Oliveira, o Carlão, que se passava por corretor foi apreendido numa lanchonete, onde aguardava um “cliente”, para negociação de um imóvel. No Edifício Justina Mollica, na Vila Santa Cecília, não foram encontrados João Célio da Silva e Ana Cláudia Copio, que, segundo o Creci, também estariam exercendo ilegalmente a profissão de corretor. Os policiais foram até o bairro Aterrado, onde na Rua 1º de Maio, Mário Correia Reis, de 60 anos, que estava regularizado no Creci, foi detido por desobediência e desacato. No momento em que o delegado fazia a abordagem o telefone tocou. Ele insistiu em atender a ligação, contrariando a ordem do delegado. Depois jogou o telefone sobre a mesa. Nesse momento o delegado deu voz de prisão por desacato e desobediência. O filho dele também foi autuado porque não está ainda registrado, embora já tenha feito a prova obrigatória para se obter o documento. O delegado regional do Creci, Emil Janez Savelli, explicou que para atuar como corretor no setor a legislação exige o curso de TTI (Técnico de Transação Imobiliária), essencial para se obter o registro no conselho. Os autuados foram conduzidos para a delegacia de polícia, onde prestarão depoimento e assinarão um termo se comprometendo a comparecer perante à Justiça quando forem solicitados. Pelo Menos quatro pessoas foram aprendidas e levadas para a delegacia. Fonte: Jornal Destaque Popular, 25/10/2013