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Público com até 35 anos de idade já realiza o sonho da casa própria

Consumidores com idade até 35 anos já são mais da metade dos mutuários da Caixa Econômica Federal que compram imóvel financiado no País. Segundo o banco, eles representaram no ano passado 57% de toda a carteira de habitação. Pesquisa da imobiliária Lopes também confirma a tendência. De acordo com o estudo, 70% dos clientes da empresa têm entre 25 e 49 anos, com predominância da faixa etária entre 30 e 34 anos (19% dos entrevistados). “No Rio de Janeiro, o comprador, ainda solteiro, já busca um imóvel com objetivo de firmar sua independência”, explica Luigi Gaino, diretor da Lopes. Na pesquisa foram identificadas também as profissões. As que mais aparecem são engenheiro, professor, comerciante, médico, gerente, funcionário público e advogado. É o caso do engenheiro mecânico Leonardo Guerra, 25 anos. Ele comprou um apartamento de dois quartos no Soho Residence, da Brookfield no Centro Metropolitano, na Barra da Tijuca. “Eu estava juntando dinheiro desde 2011. Pesquisei bastante e consegui uma boa condição na planta. Eu e minha namorada queremos morar juntos quando o condomínio estiver pronto”, diz Guerra. O cenário positivo pode ser explicado por vários fatores, entre eles facilidade de acesso ao crédito, juros mais acessíveis, prazos mais longos para quitar o financiamento e, principalmente, a melhora na renda dos brasileiros. Poupar para comprar imóvel A publicitária Renata Moreira, 30 anos, também está poupando com o marido para comprar o primeiro imóvel. Eles moram de aluguel no Flamengo, mas não deixam de economizar parte do orçamento para a futura aquisição. “Sabemos que o dinheiro do aluguel é algo que não tem retorno. Então, todo mês destinamos parte do nosso salário para daqui a dois anos, pelo menos, termos dinheiro para dar entrada no apartamento”, diz Renata. Bruno Teodoro, diretor da Estrutura Consultoria, correspondente imobiliário da Caixa, afirma que os jovens representam 50% dos contratos da empresa.
“Comprar hoje sai mais em conta do que alugar. A prestação é decrescente e a cada dia os jovens conseguem mais cedo a independência”, ressalta. Fonte: Jornal O Dia - 28/04/2014