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Construtoras mantêm os descontos depois do Feirão da Casa Própria

Pelo menos dez construtoras participantes do 10º Feirão Caixa da Casa Própria, que terminou no último domingo (4), em São Paulo, garantiram que irão manter os descontos e as condições de pagamento após o evento. O feirão ocorreu no Pavilhão de Exposições do Anhembi (zona norte) e durou três dias. Representantes das construtoras Tenda, MRV, OAS, Atec e RGL afirmaram que vão manter os preços e as condições de pagamento até o dia 31 de maio. Engelux, Kallas e PDG manterão os descontos até sexta-feira. A Cury garantiu as condições do feirão pelas próximas duas semanas. A Plano&Plano informou que os resultados do feirão é que vão determinar se as promoções irão continuar, mas não descartou a possibilidade de manter os descontos. Os interessados deverão procurar diretamente as construtoras. O último dia do feirão correu de forma mais tranquila que os demais dias. Até as 11h, não havia fila nos guichês da Caixa, onde eram emitidas as cartas de crédito. Ao contrário do dia anterior, quando, nesse horário, a média de tempo para ser atendido era de 1h30. Até as 17h de domingo, 63.907 clientes passaram pelo feirão durante os três dias. O volume de negócios, nos dois primeiros dias de evento foi de R$ 2,5 bilhões. Aconteceu até o último domingo, em SP, o 10º Feirão da Casa Própria realizado pela Caixa Econômica Federal. POPULARES A percepção dos corretores de construtoras que estavam vendendo apartamentos de padrão médio era de que, neste ano, o feirão foi bom para os imóveis populares. Um corretor, que não quis se identificar, afirmou que as vendas dos imóveis de padrão médio foram fracas neste ano e, por isso, a construtora em que trabalha aumentou em 10% a margem de desconto das unidades no último dia de evento. "O forte deste feirão foram os imóveis populares e que fazem parte do programa Minha Casa, Minha Vida [do governo federal]", diz. O funcionário de outra grande construtora teve a mesma impressão. "As pessoas até se interessam por imóveis de padrão médio, mas a falta de informação faz com que elas venham na intenção de comprar um imóvel de R$ 300 mil, com uma renda pequena. Quando percebem que o crédito não será liberado, logo correm para os estandes onde têm imóveis mais baratos", afirma o corretor. IMÓVEL USADO É PREFERIDO DE QUEM QUER ECONÔMIA A área destinada às imobiliárias que vendiam imóveis usados no Feirão Caixa da Casa Própria deste ano teve movimento intenso. A cabeleireira Michelle Cristine dos Santos, 32 anos, da Cidade Patriarca (zona leste), e seu namorado Rodrigo Augusto Messias Ribeiro, 31 anos, do Aricanduva (zona leste), estavam em busca de um imóvel usado de até R$ 200 mil, nos bairros de Vila Matilde ou Aricanduva, ambos na zona leste. "Quando você compra um imóvel novo, há muito o que se fazer, como colocar piso e armários. Os usados geralmente vêm com esses itens. Isso gera uma economia. Além do fato de poder mudar mais rápido", diz Michelle. Apesar de o contrato não ser fechado na hora, por causa da impossibilidade de ver o imóvel, as empresas garantem que os consumidores podem fazer bons negócios depois do feirão. "As chances de o comprador encontrar o imóvel usado que atenda suas necessidades é grande, porque continuamos a busca pelo tempo que for necessário", explica Claudimir Greg, corretor da imobiliária Parceiros Imóveis. Para o corretor Francisco Daniel Martins, da Prohabitar, o custo-benefício é um atrativo dos imóveis usados. "Podem ser maiores e mais baratos", afirma Martins.   Fonte: Folha de São Paulo online - 07/05/2014

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