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Marketing digital imobiliário: planejamento é a palavra-chave para o sucesso em 2015

 

Para que as campanhas sejam eficazes, há detalhes que variam de acordo com cada empresa durante a definição de suas estratégias. A principal diferença está na quantidade do investimento – quando se trata se um valor alto, consequentemente, a possibilidade de divulgação também costuma ser maior. A grande diversidade de oportunidades para impactar os futuros compradores, como sites especializados em imóveis, redes sociais etc, demandam mais verbas, pois para marcar presença em todos, é necessário um investimento maior.

Investimentos assertivos no universo online

Outros fatores também deverão ser levados em conta pelas construtoras na hora de planejarem suas ações de marketing digital. É o caso das porcentagens do investimento em marketing, que, atualmente, é oferecido pelo Valor Geral de Vendas de cada empreendimento – trata-se do valor calculado pela soma dos possíveis lucros com a venda de todas as unidades do imóvel a ser lançado. Mais de 60% desse investimento, que varia de 2,5% a 6%, de acordo com cada construtora, será focado em mídias offline (como placas, panfletos, entre outros), minimizando os investimentos para o âmbito online.

Apesar de contar com cada vez mais formatos, cujos investimentos são acessíveis e atingem grande parcela da população do País, a internet ainda costuma ser pouco utilizada nas ações de marketing das construtoras. Entretanto, o investimento realizado online é totalmente mensurável, pois cada contato com os corretores pode ser rastreado e até valorado, o que justifica os valores investidos na campanha.

 

O cenário brasileiro também deverá ser analisado – caso o momento seja de redução de investimentos, os anúncios deverão ser feitos onde as mídias são mais certeiras e econômicas, como o segmento online. Para as construtoras que já contam com um budget definido para 2015, o momento é propício para a antecipação e planejamento das ações, além das datas sazonais, como os primeiros meses do ano, que costumam apresentar um alto volume na procura por imóveis.

Caso seja realizado por uma equipe altamente capacitada, o planejamento das ações de marketing digital imobiliário começará 2015 com o pé direito para as construtoras que apostarem nesse estilo de divulgação. Isso porque a chegada do novo ano coincidirá com o momento de colher os bons frutos plantados no final de 2014, cujos planejamentos semearam as novidades das empresas com antecedência, no timing e nas mídias certas.

 

Fonte: Portal VGV – 25/03/2015

 

Estratégias de marketing no mercado imobiliário

No mercado de imóveis, segmento de ampla concorrência, corretores e imobiliárias precisam, muitas vezes, encontrar formas criativas de dar visibilidade ao seu trabalho. Uma das maneiras mais eficientes de se atingir este objetivo é elaborar um bom plano de marketing.

O domínio da linguagem, o uso da mensagem correta e organização produzem bons resultados e são capazes de destacar um serviço ou profissional em um cenário no qual a disputa por espaço é bastante acirrada.

A definição de um orçamento é o primeiro passo. O plano de marketing não deve ser encarado como algo supérfluo, mas sim como um investimento que, se bem-executado, trará retorno na forma de clientes e bons negócios. Fixar um valor mensal para anúncios e ações de propaganda é o mais sensato a se fazer, pois um plano de marketing bem-sucedido precisa de continuidade para dar certo.

Entre as diversas ações de divulgação possíveis, algumas se destacam pela própria simplicidade. As redes sociais, por exemplo. São ferramentas de auxílio poderosas para o desenvolvimento do que se convencionou chamar de “marketing digital”. E sem custos. A chave do sucesso é produzir conteúdo relevante e com regularidade. Além de divulgar serviços e produtos, o profissional pode apresentar dicas e análises sobre o mercado imobiliário. Isto pode torná-lo referência no segmento.

Outro ponto fundamental é ser facilmente encontrado nas ferramentas de busca da internet. Atualmente, a “grande rede” é a primeira opção que vem à mente de um interessado em fazer qualquer tipo de transação imobiliária. Vale a pena investir em alguns anúncios pagos em páginas de busca. Esta atitude, aliada a informações veiculadas utilizando-se a técnica de SEO, produzirá efeitos muito positivos, dando visibilidade e fazendo com que seu site apareça como uma das primeiras opções de busca.

Convenções e eventos são uma excelente oportunidade para se fazer contatos com pessoas influentes de qualquer segmento e não é diferente no mercado imobiliário. O profissional atento sabe que, a partir desses encontros, podem ser criadas fortes redes de relacionamento que irão ajudá-lo na divulgação de seus serviços. Sólidos esquemas de parceria podem surgir de um encontro casual.

É importante também criar referências dentro do mercado, ou seja, ter um grupo de pessoas que poderão indicar o corretor ou a imobiliária para potenciais clientes. A boa fama no mercado é conquistada por meio de um atendimento qualificado, não só pela venda propriamente dita.

Inclusive, é possível que um interessado não feche negócio, mas ainda assim fique satisfeito com o atendimento, o que deixará um caminho aberto para futuramente solicitar ou mesmo indicar os serviços do profissional.

Fonte: www.corretortech.com.br

Marketing Imobiliário em 6 passos

Você sabe aplicar o marketing ao mercado imobiliário? Conhece os conceitos de 4P’s, segmentação de público-alvo, planejamento e execução de marca e agregar valor no relacionamento com o cliente? São conceitos que por mais simples que possam parecer, são peças-chave para agregar valor à marca e conquistar consequentemente novos clientes.

Separamos em 6 tópicos áreas importantes de como o marketing pode ser implantado no mercado imobiliário, com base no artigo do PHD Álvaro Monteiro.

1. Conceito

No primeiro parágrafo, o autor dá introdução a dois conceitos que se complementam na hora da construção política de marca, de produtos construídos, de carteira de bens imobiliários – terrenos  ou edifícios, de políticas de serviço e estratégia comercial.

O primeiro é o marketing operacional, em que o vendedor tem a função de agregar conhecimento e valor juntamente com o cliente sobre as qualidades do bem imobiliário dar a conhecer a valorizar junto de compradores potenciais as qualidades distintivas reivindicadas pelos bens imobiliários oferecidos, reduzindo os custos de prospecção dos compradores.

O segundo é o marketing estratégico traz uma visão mais ampla, em que você analisa necessidades do mercado (utilizando-se de características de construção, habitabilidade, localização, entre outros) destinado a grupos de compradores específicos.

Análise do mercado e desenvolvimento de conceitos de produtos imobiliários. Compradores específicos e que apresente qualidades distintas que os diferenciam dos concorrentes.

 2. Segmentação de mercado

Conhecer seu público-alvo é fundamental para ter base na hora de ter um posicionamento ou realizar qualquer ação de marketing. E para saber se organizar diante das possibilidades, a divisão em três segmentos-base pode tornar a definição de diretrizes mais fácil. São elas:

Tipo de utilização; Tipos de localização; Tipo de cliente-alvo.

Portanto, é a partir da aplicação destes critérios que se considera a existência dos 3 segmentos de mercado imobiliário.

Negócio: agrícola, comercial, industrial e escritórios; Residencial; Lazer/Hotéis.

3. Administração de Marketing

Os famosos 4 P’s aqui tomam dimensões diferentes para o mercado imobiliário.

O Produto: aborda conceitos de Localização – ambiente e espaços envolventes, acessibilidades, infra-estruturas básicas e de lazer.  Conceito arquitetônico – estilo, funcionalidade, inovação.  Tipo construtivo-materiais, acabamentos, inovação tecnológica.  Imagem – status social, presença inovadora.

Preço: é o posicionamento, a identidade e todo o seu resultado e futuro econômico do que está em jogo. Os aspectos que têm a ver diretamente com os especialistas de marketing imobiliário estão  essencialmente no âmbito do valor percebido que o comprador está disposto a pagar para adquirir um conjunto de atributos distintivos, uma personalidade, uma imagem ou um retorno a obter pelo seu dinheiro investido.

Ponto de Venda (Localização): A perspectiva aqui não seria do local da empresa, mas sim da localização dos imóveis que toma a verdadeira importância do terceiro “P”. Essa questão influencia a escolha do piso (pavimento), da fracção, da posição da loja, da tomada de decisão da escolha da área para o negócio ou armazém, do quarto do hotel, a variável localização condiciona as opções do comprador.

Promoção (Divulgação)

– Para quem vamos emitir?

– O que queremos alcançar?

– Que reação queremos provocar?

São perguntas que norteiam qualquer briefing de uma campanha publicitária. A imagem e posicionamento da empresa também contribuem no embasamento do conteúdo de um propaganda, que linguagem será feita e que mídias serão exploradas para tal.

 4. Planejamento

Confira abaixo 6 questões-chave que todo diretor de planejamento deve realizar em um empreendimento.

Qual é o segmento de referência para a empresa e qual a missão estratégica da empresa no segmento?

Nesse segmento de referência, qual a diversidade nos produtos – segmento de mercado e quais os posicionamentos susceptíveis de serem adotados?

Quais os atrativos intrínsecos dos produtos-segmento de mercado e quais as oportunidades e ameaças do seu ambiente?

Por cada produto/segmento de mercado, quais as competências da empresa, as suas forças e fraquezas e o tipo de vantagem concorrencial detida?

Qual a estratégia de cobertura do serviço imobiliário e de desenvolvimento a adoptar e qual o nível de ambição estratégica definida para os produtos – segmento de mercado que fazem parte do portfolio da empresa?

Como traduzir os objetivos estratégicos definidos ao nível de cada uma das ferramentas do composto de marketing produto, localização, preço, comunicação, conveniência, sensibilidade e serviço?

5. Gestão de Marketing

Orçamento, Calendário e Marketing Mix definidos são essenciais para realizar uma gestão adequada do início de qualquer empreendimento. O especialista de marketing imobiliário tem agora de transpor os objetivos e as estratégias para ações concretas, a serem levadas a cabo num dado período de tempo. Todos os planos têm de degenerar em trabalho. O que significa estabelecer datas para a campanha de publicidade, para as promoções de vendas, para a participação em exposições e feiras do imobiliário e para lançamento de novos produtos.

 6. Marketing Digital

Não adianta seu produto ter a melhor localização, as melhores condições de pagamento ou ser líder de qualidade se as pessoas que estão procurando o melhor imóvel não saberem que você está no mercado para isso.

E a internet é o primeiro lugar onde as pessoas procuram ofertas de imóveis. Para isso que serve o Marketing Digital: utilizar técnicas e ferramentas para posicionar a sua marca de maneira mais conveniente para o internauta. A abordagem utilizada no ambiente digital é diferente do que usada no marketing tradicional.

As vantagens do investimento no marketing digital é que praticamente todas as ferramentas utilizadas são mensuráveis, ou seja, você tem controle total do ROI e pode mudar o direcionamento de campanha no momento que quiser. É um meio instantâneo que podem ser trabalhados de curto a longo prazo e que é indicado para o setor imobiliário, já que o possível comprador de imóvel costuma “namorar” por um bom tempo várias ofertas na internet antes de começar a visitar os lugares pra fechar negócio.

 

Fonte: DigitalImob

Busca por imóveis na web já supera classificados de jornais impressos

Segundo uma recente pesquisa realizada pelo IBOPE, compradores de imóveis  que usam a internet passam mais tempo pesquisando por conta própria e usam o tempo do corretor de maneira mais eficiente e produtiva. A necessidade de crescimento fez com que diversas empresas do mercado imobiliário repensassem sua estratégia de marketing e buscassem explorar novas formas de propagar seus produtos.

Em tempos de incertezas, investimentos que trazem retornos mensuráveis se tornaram ainda mais importantes e a Internet é o meio onde a “mensuração” é o diferencial. “Com uma queda em 2008, o mercado imobiliário está se recuperando do crash mundial e a necessidade de investimento em marketing digital é a enorme concorrência no setor”, diz Gueta Ridzi Kathar, da Homewebbing, agência de marketing digital.

É cada vez mais comum a pesquisa por apartamentos  e casas pela web antes da visita pessoal ao local. “Muitas pessoas consultam a internet para colher informações e ver fotos do empreendimento. As pessoas estão sem tempo no seu dia a dia e a internet é a solução ideal neste processo de primeira procura”, complementa Sergio Coelho, diretor da Homewebbing.

O investimento das empresas do setor imobiliário em marketing digital é proporcional ao VGV (Valor Geral de Vendas) e depende de construtora pra construtora. “Cada vez mais as empresas querem investir em soluções de geração de leads, de prospect para possíveis venda”, ressalta Sergio.

Em sites de imóveis os itens mais valorizados são: fotos e informações detalhadas, informações sobre vizinhança, mapas e rotas de como chegar ao local.

Fonte: www.publicidadeimobiliaria.com

Pequenas e micro empresas investem em call centers

 

 

Muita gente acha que manter um call center eficiente é obrigação apenas das grandes empresas, que dispõem de substanciais verbas para investir no relacionamento com o cliente e na solução direta de problemas. Ledo engano. Pequenas e médias empresas – até mesmo por disposições legais – também precisam investir nessa forma de interação, que permita ao cliente manter um canal aberto para ‘discutir a relação’.

Uma pesquisa desenvolvida pela Prestus, marca espcializada no desenvolvimento de soluções de atendimento remoto para empresas, detectou os dias e horários da semana em que pequenas e médias empresas (PMEs) recebem mais ligações. O estudo fornece dados e análises de ligações recebidas por 435 negócios ao longo de 2014, e os resultados tendem a ajudar o empreendedor a estruturar ou repensar o atendimento telefônico da sua empresa.

Segundo o levantamento, há dois picos de ligações no dia: pela manhã, das 9h às 12h, e pela tarde, das 14 às 17h. Já a segunda-feira é o dia em que mais contatos (e leads comerciais) são gerados. O estudo também detectou que 62% dos contatos telefônicos são realizados na parte da tarde. Já 17% das chamadas da semana ocorrem antes das 8h ou após as 17h em dias úteis, enquanto que 6% das chamadas ocorrem aos finais de semana.

Assim, 23% das ligações, portanto, ocorrem quando não há, em geral, expediente, limitando a produtividade comercial da empresa a 77% do seu real potencial, tanto para fins de pré-venda como de pós-venda. “As vendas podem melhorar até 29%, em média, com atendimento após expediente. Além disso, o empreendedor deve estar atento aos horários de pico pois quando há pouco pessoal para atender, rapidamente pode se perder de 15% a 30% das chamadas, sem sinais evidentes de que isto está ocorrendo”, alerta Alexandre Borin, fundador e diretor executivo da Prestus. “Anunciar atendimento 24 horas pode diferenciar uma empresa de seus concorrentes”, afirma.

Para a supervisora de Call Center do Posthaus.com Regina Maria Klehr, um dos principais desafios enfrentados é manter no atendimento a qualidade esperada pela empresa. “Nosso principal desafio de manter é sempre tratar o cliente como se ele fosse único, responder a todos seus questionamentos em seu primeiro contato para que o cliente não venha a se aborrecer pela demora da resposta para o seu problema ou sua dúvida”, explica.

Por isso a empresa apostou em internalizar o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC). “O nosso é próprio e oferece atendimento em três canais: chat online, telefone e e-mail”, aponta a supervisora, que explica que o monitoramento constante é o caminho para corrigir eventuais desvios. ” Analisamos também mensalmente os Sites de Reclamações, como ReclameAqui, Ebit e Reclamão. Assim conseguimos identificar e corrigir as ocorrências”, completa.

Internalizacão

A Helpling, plataforma online para contratação de profissionais de limpeza, também aposta na internalização de seu Call Center, mas acredita que a manutenção da equipe é um grande obstáculo. ” É uma posição com rotatividade muito grande e de difícil motivação. Salários mais altos ou parcela de variável nem sempre surte efeito e podem inviabilizar a operação”, conta o CEO da empresa no País, Eduardo Küpper. “Nós temos uma equipe que está em franca expansão o que possibilita estarmos em contato direto como o mercado e poder testar diversas soluções. Além disso, uma estrutura bem acertada e conhecimento do setor fazem a diferença no dia a dia”, completa.

Para tentar contornar o problema a empresa investe no treinamento e no acolhimento dos funcionários. “Temos um treinamento inicial junto com o coordenador que dura um dia. Junto a isso, temos um processo de boas vindas com documentos, rotinas e tarefas bem definidas. Isso ajuda o novo funcionário a não se sentir perdido e encontrar um forma de colocar suas habilidades em prática”, conta Küpper. “Criamos também uma estrutura de ‘líder’ de tarefa, em que cada pessoa é responsável por um pedaço da operação, o que ajuda no dia a dia a tratar melhor cada caso e dando mais qualidade ao atendimento. Isso tudo é feito junto com as técnicas tradicionais de monitora-mento de chamadas, feedback diário etc”.

Se antes o telefone era o principal canal de interação, agora a internet se tornou uma ferramenta importante – e de difícil relação. Uma reclamação feita nas redes sociais, mesmo resolvida, costuma impactar negativamente na imagem da empresa. “Toda e qualquer reclamação feita pelas redes sociais é respondida na hora e enviadas para o SAC. As atendentes entram em contato com o cliente e conversam com ele pra entender o ocorrido e seguir os padrões de atendimento citados acima”, revela Juliano Souza, diretor de marketing da Giuliana Flores.

Sites de monitoramento de empresas também merecem destaque. “No Reclame Aqui por exemplo, temos um departamento exclusivo para resolver as reclamações que vem por esse canal, por isso, fomos campões da categoria Floricultura Online no Prêmio Época Reclame Aqui de 2013, e esse ano já estamos classificados como ÓTIMO. Ou seja, todas as reclamações estão sendo pontuadas positivamente pela resolução do problema”, comemora.

O desafio exige que as empresas repensem inclusive as suas estruturas de gestão e governança. “Apostamos no incentivo e controle de qualidade rigoroso do atendimento pelos nossos gerentes de conta. Nossos colaboradores contam com relatórios de contato com seus clientes, os quais devem ser preenchidos semanalmente”, afirma Tatiane Cristine Arnold, diretora de arte da GhFly, agência digital especializada em mídias de performance. ” Isso, além de garantir acompanhamento contínuo e individual dos funcionários – abrindo espaço à proatividade de cada um, acompanhada de possíveis reclamações e sugestões de melhoras – garante atenção ao desempenho e aos detalhes de cada uma de nossas contas”, completa.

A melhor estrutura de SAC para PME’s é aquela que usa informações do cliente para gerar qualidade na prestação do serviço. “Acreditamos que o primeiro passo para manter a qualidade do SAC é absorver a ideia de que estruturar uma boa área de atendimento ao cliente é o melhor investimento que se pode fazer em retenção e fidelização de clientes”, analisa Daniel Lindenberg, CEO da M2G, especializada em atendimento de canais digitais. “O segundo passo é coletar, a cada atendimento, mais informações sobre o perfil do cliente de forma que estes dados possam ajudar o atendente a realizar um atendimento mais ágil e preciso. Que consiga chegar a resolução em menor tempo possível”, completa.

O bom atendimento é o que possui postura ativa, que não espera o cliente ligar uma segunda vez para cobrar retorno. “É preciso entender as necessidades do cliente. Dar atenção a ele. Entender que cada processo de atendimento é como um início de namoro. Precisa ser transparente, atencioso e usar tudo que se descobre para conquistar ainda mais e melhor”, completa.

 

Fonte: Jornal do Commercio – 10/03/2015